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Policia

Polícia encontra casa usada por quadrilha que explodiu bancos em Campo Maior

A residência foi encontrada fechada e com vários rastros de circulação de veículos no terreno. A polícia tenta investigar o proprietário da casa e se o imóvel foi cedido ou alugado.

09/05/2019 19h02
Por: Redacao
Fonte: cidadeverde.com
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Reprodução
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Uma casa foi encontrada na zona rural de Lagoa do Sítio, região de Valença, e é suspeita de ter sido usada como base da quadrilha que assaltou as agência bancária de Campo Maior, levando R$ 229 mil. No local também foi encontrado um carro roubado, de origem de Teresina.

O coronel Antoni Soares, comandante de Policiamento do Semiárido, explica que o local foi encontrado após investigações da Força Tática de Valença, que intensificou o policiamento na região. “O planejamento (do assalto) era feito nesse sítio. Temos informações de que eles pretendiam fazer o assalto em Valença, mas por conta, não sabemos ainda a motivação, foram ao município de Campo Maior”, informou.

A região onde está localizada a casa, a 234 km de Teresina, é reduto do Paulo França, um criminoso conhecido pela polícia por vários mandados de prisão por roubos a bancos e carros forte. França foi um dos primeiros bandidos mortos nos confrontos com a polícia em Cocal do Piauí.

A residência foi encontrada fechada e com vários rastros de circulação de veículos no terreno. A polícia tenta investigar o proprietário da casa e se o imóvel foi cedido ou alugado.

Na casa foram encontradas mercadorias com selos de supermercado em Uberlândia, Minas Gerais, estado natal da maioria dos criminosos mortos pela polícia.

O carro encontrado no local foi roubado em Teresina há um mês. O Grupo de Repressão ao Crime Organizado está nas investigações.

O comandante de Policiamento do Semiárido destaca a importância do apoio da comunidade nas investigações e reforçou o chamado a colaboração. “Pedimos que ajudem a polícia Militar, ajude a Polícia Civil. Esse indivíduo que está lá, se não for conhecido ou parente de ninguém, se não é parente, aderente ou não tem função no município, pedimos que a comunidade colabore com a polícia”, pontua Antoni.

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