Anuncio
Energia Limpa

Enel Green Power vai implantar maior parque de energia solar no Piauí

Em São Gonçalo, todo o parque terá 13 subparques, sendo 9 para atender ao contrato decorrente do leilão, com data e prazo definidos para entrega; e 4 subparques, cuja produção será comercializada. “Somados os treze, vai somar 878 Megawatts de energia”, explica.

04/02/2019 13h05Atualizado há 10 meses
Por: Redacao
Fonte: CCOM
373
 (João Allbert)
(João Allbert)

Maior empresa privada do setor elétrico no Brasil, a ENEL Green Power tem projetos para produção e exploração de energias renováveis no Piauí, nos municípios de São Gonçalo do Gurguéia e Lagoa do Barro. Segundo Lucile Moura, assessora para assuntos estratégicos do Governo, a empresa já tem licença ambiental, licença de instalação e já tem canteiro de obra sendo instalado. 

“É um parque que vai gerar 476 megawats de energia, distribuído em nove subparques”, diz Lucile, citando que a empresa tem uma política de implantação de parques solares em que aproveitam o leilão para expandir a capacidade de geração, exatamente, para vender para o mercado.

No Piauí, eles vão ampliar para 878 megawatts, sendo que 476 MW é para atender o que foi contratado no leilão e vão gerar também 402 MW para vender. A meta é produzir mais de 1,3 GW de Projetos de Geração de Energia Renovável no Estado nas duas cidades, num investimento de cerca de R$ 1 bilhão. “Será o maior parque solar do mundo, em São Gonçalo do Gurguéia”, afirma Lucile.

Em São Gonçalo, todo o parque terá 13 subparques, sendo 9 para atender ao contrato decorrente do leilão, com data e prazo definidos para entrega; e 4 subparques, cuja produção será comercializada. “Somados os treze, vai somar 878 Megawatts de energia”, explica.

Autoria: Isabel Cardoso
Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários