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10/01/2019 ás 18h07

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Redacao

Piracuruca / PI

Governo e Aprosoja tratam sobre infraestrutura rodoviária no sul do Piauí
As PIs 397 e 392 são apontadas como solução para a questão do escoamento da produção na região.
Governo e Aprosoja tratam sobre infraestrutura rodoviária no sul do Piauí
Viviane Moura recebe diretores da Aprosoja (Ascom Suparc)

A superintendente das PPPs do Estado, Viviane Moura; Alzir Neto e Rafael Maschio, representantes da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja), reuniram-se, nessa quarta-feira (9), para falar sobre as possibilidades de solução para resolver a demanda da infraestrutura rodoviária do sul do Piauí.

Na visão da Aprosoja, as rodovias 397 e 392 são importantes para solucionar a questão do escoamento da produção no sul do estado. Eles afirmaram que a falta de infraestrutura adequada das rodovias estaduais, atrasam e oneram o transporte da safra . Os produtores e o Governo do Estado buscam uma solução para desonerar os custos causados pelos problemas do tráfego nas estradas.

Viviane Moura pontou que o Governo do Estado já trabalha com modelagens que podem ajudar a minimizar os desafios relacionados ao modal de transporte rodoviário na região sul. “Uma delas é uma empresa privada assumir a construção, operação e manutenção, por meio de Parcerias Público-Privadas, da rodovia Transcerrados [PI-397]”, disse a gestora.

Outra sugestão apresentada é “criar uma sociedade de propósitos específicos para que o governo, em parceria com o setor privado, em especial os produtores, implantem a rodovia 392”, explicou Alzir Neto,  presidente da Aprosoja-PI.

O empresário reforçou que o maior problema para os produtores é a falta de infraestrutura de estradas. “Nos onera tremendamente. Estamos falando fundamentalmente de rodovias. O transporte por elas atrasam e oneram, trazem um custo muito alto para o nosso produto. Então, temos uma produção bastante competente para conseguir romper ainda mais essa barreira e esse custo maior. São rodovias intrafegáveis, que boa parte das empresas de transporte não querem mais ir e aí acabamos tendo um custo a mais quando vamos atender determinada região no Piauí, é como se eles cobrassem bandeira dois para fazer o transporte”, explicou Neto.

 

Autoria: Elane Araújo

 

FONTE: CCOM

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